Sobre Carolina Mendes

Paulistana, começou a escrever quando começou a escrever. Guarda cartas antigas, colas, cartões postais, encartes de cds perdidos, vidros de esmalte seco e tampas de bebida alcóolica das boas festas. Como todo mundo hoje em dia, se acha escritora, roteirista, fotógrafa e gênio com azar. Fêmea alfa, curadora, bully, descrente, colunista.

“Concisa, precisa, esperta, engracada, cáustica, critica…”

Consome mais moleskines que cremes, mais livros do que cigarros, mais cerveja que whisky, mais livros que sapatos, mais arte que teorias. Adora todo show de música ao vivo, odeia se servir no bufê por quilo, é rancorosa, fiel e crítica. Só fala quando tem certeza, evita certas brigas por pura arrogância.

Alimenta- se atualmente de frango grelhado, ração humana e tudo mais que emagrece e faz o futuro parecer mais leve. Começou a faculdade de Direito e achou chata, começou a faculdade de Publicidade e achou inútil. Desistiu de tudo mas seguiu mackenzista. Morre de medo de morrer pobre e fodida, mas não tem um bom plano pra impedir que isso aconteça.

Faz terapia no blog, ama e odeia loucamente. Joga poker, acompanha futebol, vence pelo cansaço e tem preguiça. Escreve sobre o mundo, baseando- se em fatos reais.

Qual parte é real e qual é inventada? Responderia se soubesse distinguir.

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